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Fazer

Santa Maria da Feira é um concelho com uma grande história que tem no seu castelo um marco da fundação da nacionalidade. Através das suas ameias o visitante pode contemplar do alto sobranceiro à cidade, uma terra que oferece aos visitantes muitas opções para passar o seu tempo. Nas últimas décadas a empresa Feira Viva tem projetado o nome desta terra a nível nacional e internacional, através de vários eventos como a Feira Medieval, Imaginarius ou mais recentemente o Perlim, que fazem afluir à cidade milhares de pessoas.

A autarquia passou a gerir recentemente o Europarque, centro de congressos, que ainda não foi totalmente explorado e acreditamos que agora vai finalmente alcançar todo o seu potencial. Implantando numa bonita zona verde, com um lago povoado de peixes vorazes alimentados à mão pelos visitantes, ladeado por um rio com as suas frondosas árvores convida a passeios nos dias quentes de verão ou a piqueniques nos seus imensos relvados.

Mas o concelho é grande e possui outros atrativos, como o museu de papel e Paços de Brandão, ou a Ribeira do Uima em Fiães e aldeias escondidas duma beleza ímpar como Porto Carvoeiro em Canedo.

Em Cabomonte – São Miguel de Souto, na Tasca Centenária da Marçalina, um grupo de amigos reuniam-se em convívio à volta das cartas, dos petiscos e das brincadeiras. Com o tempo trouxeram instrumentos, os cantares ao desafio e a vontade de formarem um grupo musical. Desta forma simples nasceu o conjunto “Os Amigos da Tasca Centenária”, composto por seis músicos e uma cantadeira que perpetuam a nossa memoria coletiva com as suas vozes e melodias tradicionais.

Caldas de São Jorge é uma freguesia de Santa Maria da Feira, bastante conhecida pelas suas águas termais, mas que tem outras riquezas à espera de serem descobertas.

A discrição da sede da Rosto Solidário colide com a preponderância da organização não governamental para o desenvolvimento para a ação social em Santa Maria da Feira. A cooperação para o desenvolvimento, a educação e cidadania global e o apoio à família são os três eixos da associação que nasce pela impossibilidade de “ignorar o que se passa à volta das pessoas”, afirma o padre Pires.

A margem esquerda do Rio Inha em Canedo foi requalificada, dotando-o com uma bonita frente ribeirinha com cerca de três quilómetros. Quem circular pela Estrada Nacional 222 entre Canedo e Castelo de Paiva, antes da Ponte do Inha, vira à direita e desce para a Rua da Ribeirinha, onde começa o percurso, que termina no Rio Douro.

Ricardo Vieira imortaliza os compositores e as suas criações a cada concerto. O pianista nasceu em Santa Maria da Feira há 33 anos e hoje conquista plateias em todo o mundo. Dezassete anos depois do primeiro concerto com orquestra, no Teatro São Luiz, em Lisboa, garante que nunca vai com “receio para cima do palco”.

Tratam-se de excertos de realidades, cada um construído sem a menor preocupação com o outro. Não querem saber se encaixam nas expectativas que os restantes fragmentos possam ter. Numa clara postura narcisística, adotam o seu discurso, as suas crenças e as suas opiniões. São seis fragmentos vezes 60 com a subtileza de mudanças que ocorrem em segundos e que tantas vezes não são vistas.

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