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O desejo de Amândio e Augusta Rebelo em oferecer bons momentos concretizou-se em 1991. Oxalá vestiu novos significados e consolidou-se como um dos restaurantes mais icónicos da cidade de Ovar. O compromisso é com as pessoas e com o seu bem-estar. Mais do que comida, o Restaurante Oxalá revoluciona o conceito de gastronomia requintada há 26 anos e atrai atenções em todo o mundo.

O concelho vareiro durante o século XIX e meados do século XX possuía muitos palheiros, casebres com uma construção deficiente que muitas vezes não passavam de um amontoado de tábuas que ao olhar ameaçavam ruir a qualquer instante. Estas fracas habitações de gente pobre, muitas vezes com chão em areia, forneciam alojamento aos pescadores que viviam em sobressalto com o que o mar lhe oferecia em dias de bonança. Os temos felizmente mudaram e agora a prosperidade ditou que Ovar se tornasse um ponto de interesse turístico, com as suas praias, ria, gastronomia e cultura. Aqui ficam algumas propostas de alojamento para quem se desloque a esta região.

Velvet N’ Goldmine convida o público a habitar o espaço, a assistir de pé à “ascensão e queda do corpo”. Flavio Leihan estreia-se em Santa Maria da Feira enquanto autor, embora pise o palco do cineteatro António Lamoso desde os 11 anos. Natural do concelho que agora é incentivado a despir-se de preconceitos, o artista falou em entrevista exclusiva ao Ondas da Serra sobre um espetáculo com data marcada para 4 de Março, às 22h00.

Manuel Faria Plácido Resende. Nasceu em 1930, no Lugar dos Moinhos, freguesia de Sanfins, Santa Maria da Feira. Feirense há 86 anos, o “Senhor Plácido” assim como é conhecido na terra, apresenta uma lucidez indescritível no seu discurso. As suas memórias e vivências, quando contadas na primeira pessoa, são como uma fotografia real de todo o seu percurso. Ouvir as histórias é sinónimo de mergulhar no passado desta personalidade que se mistura inexplicavelmente com a realidade da ancestral e saudosa “Vila da Feira”. Fotografia, pintura e música são as suas principais paixões e traduzem a eloquência das suas palavras quando atrás de si já ultrapassou toda uma vida.

Uma profissão de emoções mas que já não existe no século XXI. Coveiro, ou assistente operacional como atualmente se assume, é aquele que abre covas para cadáveres. Mas, hoje, é também aquele que reconforta pessoas todos os dias e garante um cemitério cuidado e seguro.

A formação e qualificação profissional ao longo da vida são prioridades para o Município de Santa Maria da Feira. Num esforço conjunto entre um grupo de trabalho da Câmara e várias entidades formativas e educativas do concelho, surge a rede de oferta formativa opara o ano de 2017.

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