Ricardo Grilo

Ricardo Grilo

Histórias capazes de entrar em contacto com as emoções de quem as lê justificam a minha paixão pelo jornalismo. Natural de Santa Maria da Feira, acredito no potencial de um concelho em ensaios para escrever a sua autobiografia. Aos 24 anos, e enquanto colaborar do ‘Ondas da Serra’, procuro a beleza em escrever sobre uma terra tão especial.

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Catitar não pertence ao rol de verbos da generalidade das pessoas para encantar os outros. No entanto, as ilustrações Catita cativam o mundo pela forma elegante como a Rita desenha e cria presentes com consciência. Uma marca para famílias porreiras com um toque de humor, com foco no universo kids. Gostar de pessoas e de coisas é Catita.

Alfa podia ser o nome do Parque Nossa Senhora dos Milagres. Não estamos a dizer que o espaço ambiental é a primeira letra do alfabeto. Nada disso. Mas é o mais antigo parque da cidade de São João da Madeira e isso confere-lhe uma magia única. Foi há praticamente 80 anos que a primeira estrela da constelação ambiental sanjoanina foi inaugurada.

Passear sem mapa ou destino é um dos melhores tratamentos para o aborrecimento. Esqueça a típica conversa de Domingo sobre onde ir ou o que fazer. Saia de casa, sem roteiro, e vá descobrindo o que São João da Madeira tem para oferecer. As surpresas estão onde menos se espera.

Três bancos de jardim não chegam para ver a biodiversidade do Parque Urbano do rio Ul. A floresta urbana prolonga-se ao longo de uma área equivalente a 30 campos de futebol. Dez anos após a sua inauguração, o projeto do arquiteto paisagista são-joanense Sidónio Pardal prepara-se para uma nova interpretação da Natureza, numa relação íntima e dialogante com os seus visitantes.

A viagem nasce na região de delta do Mississípi, com paragem obrigatória em Memphis, e amadurece à medida que se próxima do seu destino: Chicago. Percorre uma difícil estrada de confissões, conta histórias e vive cada emoção, sem tretas. Os Delta Blues Riders têm palmilhado Portugal a tocar para as pessoas. O concerto de amanhã no cineteatro António Lamoso será costurado à medida de cada uma destas vidas. Mais uma vez, sem tretas.

Anna Pehrsson desenhou cada movimento de uma coreografia em que o corpo humano é reinterpretado pela lente abstrata da energia.  Tão concretamente físico, sem palavras, o projeto é fruto do convite da companhia Ballet Contemporâneo do Norte (BNC), de Santa Maria da Feira, e estará no palco do cineteatro Lamoso no próximo Sábado, 10 de Fevereiro.

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