A margem esquerda do Rio Inha em Canedo foi requalificada, dotando agora aquela parte do rio com uma bonita frente ribeirinha com cerca de três quilómetros. Quem circular pela Estrada Nacional 222 entre Canedo e Castelo de Paiva, antes da Ponte do Inha, vira à direita e desce para a Rua da Ribeirinha, onde começa o percurso, que termina no Rio Douro.

Tratam-se de excertos de realidades, cada um construído sem a menor preocupação com o outro. Não querem saber se encaixam nas expectativas que os restantes fragmentos possam ter. Numa clara postura narcisística, adotam o seu discurso, as suas crenças e as suas opiniões. São seis fragmentos vezes 60 com a subtileza de mudanças que ocorrem em segundos e que tantas vezes não são vistas.

A história moderna do homem principalmente nos países ocidentais é pautada por um considerável progresso em todas as áreas desde a saúde, tecnologia, à ciência. Mas nem sempre foi assim, esta era de abundância é recente e pode não ser duradoura. Em meados do século passado em Portugal o povo subsistia como podia, sendo conhecida nas aldeias a história duma “sardinha para três”. O povo vivia da agricultura e a indústria escasseava, vivia-se o “orgulhosamente sós” do Estado Novo.

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