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No passado sábado dia 23 de setembro 2017, pelas 13h40, fizemos uma viagem no tempo a bordo do Comboio Histórico do Vouga. Em outras eras o tempo corria mais devagar e este tipo de transporte cruzava aldeias e estava próximo das populações. As viagens não eram tão cómodas, mas as janelas abriram-se para os passageiros sentirem o ar matinal no rosto ou o negro do entardecer.

É debruçado num varandim sobre o tempo que o Vouguinha percorre a via-férrea estreita de Aveiro. O comboio histórico tem como destino Macinhata do Vouga, no concelho de Águeda. A sua última viagem está marcada para 30 de Setembro. As três carruagens do início do século XX estarão de regresso em 2018 com a promessa de muitas mudanças.

Antigo aluno UA – Paulo Domingues, licenciado e doutorado em Engenharia Electrónica e Telecomunicações

Em setembro de 2006 Paulo Domingues lançava à terra a primeira semente do Projecto Cabeço Santo que é hoje, provavelmente, um dos maiores trabalhos nacionais de recuperação e conservação da biodiversidade. Apostado em devolver à mata do Cabeço Santo, em Águeda, a ancestral vegetação derrotada por eucaliptos e acácias, o antigo aluno e professor da Universidade de Aveiro (UA), licenciado e doutorado em Engenharia Electrónica e Telecomunicações, lançou à terra na última década milhares e milhares de carvalhos, sobreiros, murtas, medronheiros e salgueiros.

Investigação do Departamento de Eletrónica, Telecomunicações e Informática

Num cenário de catástrofe porquê arriscar a vida no reconhecimento do interior de um edifício desmoronado? A solução é um robô capaz de entrar nos escombros, mapear em três dimensões o espaço, detetar focos de incêndio e medir a temperatura, humidade e monóxido de carbono e, em tempo real, enviar os dados para o exterior. Pequeno e autónomo, o robô desenvolvido por um grupo de estudantes de Engenharia Electrónica e Telecomunicações da Universidade de Aveiro (UA) quer ser uma preciosa ajuda quando todos os minutos são essenciais para salvar vidas.

Sector empresarial ligado ao Mar aposta na formação de licenciados na Universidade de Aveiro

Três empresas nacionais ligadas ao mar vão pagar as propinas do 1º ano aos três melhores caloiros que entrem em setembro na Licenciatura em Ciências do Mar (LCM) da Universidade de Aveiro (UA). Os prémios de mérito atribuídos pelas empresas Porto de Aveiro, Alga+ e Hidromod reconhecem a importância e a necessidade de formação em Portugal de quadros superiores na área do Mar. Para além disso, o pagamento integral das propinas aos três alunos do curso ministrado no Departamento de Física (DFis) pretende igualmente ajudar o orçamento das famílias com filhos no Ensino Superior.

Investigação do Instituto de Engenharia Electrónica e Telemática de Aveiro

Esqueça-se os sensores no peito ou qualquer outro método usado hoje para medir o ritmo respiratório. Dá pelo nome de Bio-Radar, está a ser desenvolvido na Universidade de Aveiro (UA) e, através de ondas rádio, permite registar à distância a frequência respiratória humana. Eficaz, rápido e cómodo para doentes e médicos, o Bio-Radar já está a abrir as portas para a medição e registo de outros sinais vitais humanos por ondas de rádio.

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